Entendemo-nos tão pouco,
Na necessdade de nos devermos entender tanto tanto.
Numa guerra de amor os dois.
Porquê?
Só tinhamos uma oportunidade e sabiamos
isso.
Hoje.
Na nostalgia da recordação de uma Londres longinqua, de nevoeiros cerrados,
Onde te acompanhei numa doença.
Doi-me o corpo de saudades tuas,
Porque ouço os Genesis, que ambos gostávamos.
Já vamos tarde.
Julgava que estava já esquecido de ti.
Hoje.
Dois-me, miúdo que nunca te fizeste homem,
nem eu.

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